Ecologia de saberes na bacia do rio Paraúna
terça-feira, 17 de maio de 2016
II FESTIVAL ECOLOGIA DE SABERES DO PARAÚNA
Participe do II Festival Ecologia de Saberes do Paraúna.
As inscrições podem ser feitas até dia 24/05/2016 enviando seus dados (Nome, idade e atividades de interesse) para o email: saberesdoparauna@gmail.com
Pedimos aos inscritos que necessitarem do apoio de hospedagem e alimentação gratuita que façam uma indicação expressana mensagem enviada, justificando os motivos que os levaram a se interessar pelo Festival.
Todas as respostas sobre as inscrições serão enviadas até o dia 25/05/2016 diretamente para os e-mails dos inscritos.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
PROGRAMAÇÃO DO II FESTIVAL ECOLOGIA DE SABERES DO PARAÚNA
PROGRAMAÇÃO
OFICINAS E ATIVIDADES EDUCATIVAS
Oficina 1 – Iniciação ao Maracatu de baque virado
Iniciação ao baque virado do maracatu e preparação de loas para brincar durante o cortejo do Boi
Vagas 20 (acima de 12 anos) (duas turmas – escola e comunidade)
- Horário: segunda a sexta (08:00 as 10:00 – turma escola manhã e 17:30 às 19:30 – turma comunidade)
Responsável: Alline Santana e Raphael Capucho – Parati-RJ
Oficina 2 – Manteando o boi do Capão
Produção de bordados, colagens e outras artes para confecção do manto do Boi do Capão
Até 20 pessoas divididas em dois grupos (um tarde e outro manhã)
– Horário: segunda a quinta (8:00 às 10:00 – turma manhã) (14:00 as 16:00 – turma tarde)
Responsável: Barbara, Madalena, Elisa e Milce – artistas, bordadeiras e mobilizadores culturais de Andrequicé e Três Marias - MG
Oficina 3 – Registro e produção gráfica
Produzir uma experiência de registro do Festival com foco em fotografia e micro vídeos.
Até 08 pessoas acima de 14 anos
– Horário: segunda a sexta (13:00 as 18:00)
Responsável: Tande Campos – BH - MG
Oficina 4 – Tintas de pigmentos de terra e pinturas colaborativas
Utilizando de pigmentos de terra de duas comunidades negras (Capão e Espinho), vamos fazer mutirões para produção das tintas e para pintura de dois grandes painéis.
De segunda a sexta – os mutirões vão acontecer da seguinte forma:
Mutirão da aurora: 6:00 às 7:30 – Produção das tintas (Escola)
Mutirão de pintura matutino: 7:30 às 9:30 (painel na Escola Municipal José Maria Bonifácio)
Mutirão de pintura vespertino: 14:30 às 16:30 (painel na Associação Comunitária do Capão)
Aberto para público em geral
Responsáveis: Solange Barreto (Ong Trilhas da Serra), Alice Palermo, Karla Monteiro e Sônia Torquatto
Oficina 5 – Bonecas africanas Abaomi
Produção de bonecas de pano com contação da historia da Abaomi
Público das turmas vespertinas da Escola Municipal José Maria Bonifácio e crianças que vierem para o festival
– Horário: segunda a quinta (12:30 as 13:30)
Responsável: Solange Barreto / Ong Trilhas da Serra – Serra Negra - SP
Oficina 6 – Brinquedos e brincadeiras brasileiras e africanas
Atividades lúdicas para aprender brincando
Público das turmas vespertinas da Escola Municipal José Maria Bonifácio e crianças que vierem para o festival
– Horário: segunda a quinta (14:30 as 16:30)
Responsável: Jaqueline Luana – BH - MG
Oficina 7 – Teatro e recital
Estudo do teatro e recital como forma de mobilizar a comunidade para questões culturais e politicas. Oficina de iniciação teatral. Realização de experiência piloto de encenação; uma peça sobre a cultura do baixo Paraúna e outra montagem de recital com base no conto “A hora e a vez de Augusto Matraga” de João Guimarães Rosa adaptado por Barbara Johnsen.
Até 20 participantes (acima de 12 anos)
– Horário: segunda a sexta (13:00 as 17:00)
Responsáveis: Oficina de iniciação Profa. Mariana Emiliano e Profa. Flor Murta (IFNMG – Campus Diamantina)
Responsáveis pela coordenação dos experimentos teatrais: Barbara Johnsen, Solange Barreto e José Elci.
Oficina 8 – História oral no Capão e processo de auto reconhecimento da identidade quilombola
Utilizando a metodologia da historia oral, vamos produzir 04 depoimentos de antigos moradores do Capão com vistas a subsidiar na elaboração de um dossiê a ser encaminhado a Fundação Palmares para requisitar a certificação de comunidade quilombola.
Até 08 participantes (acima de 14 anos)
Horário: segunda a quinta (13:00 as 17:00)
Responsável: Bruno Mendes (Casa do Elefante)
Oficina 9 - Dia da Sáude
Atividade aberta voltada para realização de diversas ações relativas à promoção da saúde como patrimônio cultural da comunidade do Capão
Aberta para toda a comunidade
Horário: 07:00 às 11:00
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
Responsável: Equipe do Posto de Saúde do Capão / Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Juscelino
PALESTRAS
“Noções básicas sobre a formação das grutas e seus usos ao longo da histórias: o caso das cavernas do Capão, Presidente Juscelino.”
Professora Alessandra Vasconcelos (UFVJM)
Dia: 02/06/2016 as 16:00
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
“Licenciatura em Educação no Campo na UFVJM: possibilidades de inserção de jovens de comunidades rurais quilombolas e tradicionais."
Professor André Reich (Coordenador da LEC - UFVJM)
Dia: 04/06/2016 as 14:00
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
INSTALAÇÕES E EXPOSIÇÕES
“Arte e cultura africana”
A instalação visa promover a arte a cultura africana através do acervo do Instituto Social e Diversidade Cultural (INSOD)
Dias 02, 03 e 04 de junho de 2016
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio e comunidade do Capão
Responsável: INSOD – BH/MG
“Intervenção Poste Poesia com poemas de temática afro”
A intervenção visa promover a poesia e a cultura afro-brasileira em espaços diversos da comunidade
De 30/05/2016 a 04/06/2016
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
Responsável: Ong Trilhas da Serra / Serra Negra - SP
“I Festival Ecologia de Saberes do Paraúna: exposição fotográfica”
Mostra de fotografias feitas no Capão, Presidente Juscelino e Vila Alexandre Mascarenhas durante o I Festival Ecologia de Saberes do Paraúna
De 30/05/2016 a 04/06/2016
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
Responsável: Ong Caminhos da Serra / Gouveia – MG
PASSEIOS E VISITAS EDUCATIVAS
Caminhada no sertão do Paraúna e visitação monitorada a Gruta do Urubu
A gruta do Urubu e um patrimônio espeleológico de grande destaque da comunidade do Capão, sendo que algumas pessoas acreditam que ela serviu como esconderijo de quilombolas que fugiam do cativeiro em tempos remotos.
Saída da Escola Municipal José Maria Bonifácio
Dia 03/06/2016 - 08:00 da manha
Responsáveis: Prof. José Elci (E. M. José Maria Bonifácio) e Profa. Alessandra Vasconcelos (UFVJM)
I Cavalgada cultural do Capão
As cavalgadas são uma das manifestações culturais mais apreciadas pelos moradores da região central de Minas. Nesta cavalgada, vamos sair da Escola Municipal José Maria Bonifácio e ir Até o local de entrada da Gruta Lapa D' Água, uma dos patrimônios espeleológicos mais bonitos.
Saída da Escola Municipal José Maria Bonifácio
Dia 04/06/2016 - 16:00 da manha
Responsáveis: Lideranças comunitárias do Capão
Caminhada para o Encontro das Águas
A comunidade do Capão, além de possuir sua origem quilombola, preserva também os saberes populares das comunidades ribeirinhas. Situada entre as margens do rio Paraúna e rio das Velhas, preserva diversos pontos de incrível beleza cênica entre eles a barra do Paraúna quando este deságua dentro do Rio das Velhas. Para conhecer este local, vamos fazer uma bela caminhada com os participantes do Festival
Saída da Barraquinha da Igreja (Comunidade do Capão)
04/06/2016 - 09:00 da manha
Responsáveis: Ong Caminhos da Serra e Escola Municipal José Maria Bonifácio
Banhos no rio Paraúna
Um dos prazeres mais apreciados pela população do Capão e nadar é relaxar no rio Paraúna. Gostaríamos que os participantes pudessem compartilhar esta alegria que e estar perto das águas do Paraúna. Por isso, o festival vai reservar uma hora e meia entre os dias 30/05 e 02/06 para que os participantes possa desfrutar deste imenso prazer que banhar e serem felizes nas águas do Paraúna.
De 30/05 a 02/06 – 10:30 as 12:00
FESTIVIDADES E EVENTOS CULTURAIS
Dança circular e fogueira para contação de histórias
As coreografias denominadas de 'danças circulares' rementem a tradições ancestrais de povos de diversas regiões do mundo. No festival, aprenderemos duas coreografias de danças circulares que seguirão o ritmo de músicas africanas. Para tanto, vamos fazer uma fogueira em torno da qual um grupo de Até 20 pessoas será convidado a dançar. Apos o aprendizado, manteremos as fogueiras acesas para contar historias e estimular a confraternização entre os participantes.
Datas das fogueiras: 31/05, 01/06 e 02/06
Horário: 19:30 as 20:30 – Dança circular (Até 20 participantes)
Responsável: Solange Barreto (Ong Trilhas da Serra)
Quadrilha da Associação: primeira festa quilombola do Capão
Um dos principais objetivos do Festival Ecologia de Saberes do Paraúna e sensibilizar a comunidade do Capão para o debate sobre a importância de valorizar seus traços culturais afro-brasileiros e sua herança histórica quilombola. Para alcançar este objetivo é fundamental o envolvimento da Associação Comunitária do Capão como um dos protagonistas deste processo.
Assumindo este papel, a Associação ira organizar a primeira Quadrilha / Festa Quilombola do Capão que contara com a fogueira, quentão, quadrilha e músicos da região.
Data: 03/06/2016
Horário: 20:30 as 23:00
Festa de encerramento do II Festival Ecologia de Saberes do Paraúna
O encerramento do II Festival Ecologia de Saberes contará com diversas apresentações culturais. Daremos destaque para as apresentações teatrais, cortejo de Maracatu que serão criações feitas durante as atividades do Festival. Apos estas apresentações, a festa devera seguir com muita musica e alegria que são uma marca famosa da comunidade do Capão.
Data: 04/06/2016
Horário: 19:30 – Candombe do Mato Tição – Comunidade quilombola do Mato Tição – Jabocatubas/MG
20:30 – Apresentações teatrais e Cortejo de Maracatu
21:30 às 2:00 – Forró e música caipira.
Local: Barraquinha
Missa Sertaneja
Data: 05/06
Horário: 10:30
Seguindo as tradições mineiras sertanejas, o ultimo evento do Festival será uma celebração religiosa denominada “Missa Sertaneja” que será conduzida pelo padre responsável pela Paroquia de São Sebastião do Paraúna. Este evento foi proposto e será organizado pela comunidade do Capão, sendo visto como uma forma de abençoar a iniciativa e todos aqueles que contribuirão para sua execução.
OFICINAS E ATIVIDADES EDUCATIVAS
Oficina 1 – Iniciação ao Maracatu de baque virado
Iniciação ao baque virado do maracatu e preparação de loas para brincar durante o cortejo do Boi
Vagas 20 (acima de 12 anos) (duas turmas – escola e comunidade)
- Horário: segunda a sexta (08:00 as 10:00 – turma escola manhã e 17:30 às 19:30 – turma comunidade)
Responsável: Alline Santana e Raphael Capucho – Parati-RJ
Oficina 2 – Manteando o boi do Capão
Produção de bordados, colagens e outras artes para confecção do manto do Boi do Capão
Até 20 pessoas divididas em dois grupos (um tarde e outro manhã)
– Horário: segunda a quinta (8:00 às 10:00 – turma manhã) (14:00 as 16:00 – turma tarde)
Responsável: Barbara, Madalena, Elisa e Milce – artistas, bordadeiras e mobilizadores culturais de Andrequicé e Três Marias - MG
Oficina 3 – Registro e produção gráfica
Produzir uma experiência de registro do Festival com foco em fotografia e micro vídeos.
Até 08 pessoas acima de 14 anos
– Horário: segunda a sexta (13:00 as 18:00)
Responsável: Tande Campos – BH - MG
Oficina 4 – Tintas de pigmentos de terra e pinturas colaborativas
Utilizando de pigmentos de terra de duas comunidades negras (Capão e Espinho), vamos fazer mutirões para produção das tintas e para pintura de dois grandes painéis.
De segunda a sexta – os mutirões vão acontecer da seguinte forma:
Mutirão da aurora: 6:00 às 7:30 – Produção das tintas (Escola)
Mutirão de pintura matutino: 7:30 às 9:30 (painel na Escola Municipal José Maria Bonifácio)
Mutirão de pintura vespertino: 14:30 às 16:30 (painel na Associação Comunitária do Capão)
Aberto para público em geral
Responsáveis: Solange Barreto (Ong Trilhas da Serra), Alice Palermo, Karla Monteiro e Sônia Torquatto
Oficina 5 – Bonecas africanas Abaomi
Produção de bonecas de pano com contação da historia da Abaomi
Público das turmas vespertinas da Escola Municipal José Maria Bonifácio e crianças que vierem para o festival
– Horário: segunda a quinta (12:30 as 13:30)
Responsável: Solange Barreto / Ong Trilhas da Serra – Serra Negra - SP
Oficina 6 – Brinquedos e brincadeiras brasileiras e africanas
Atividades lúdicas para aprender brincando
Público das turmas vespertinas da Escola Municipal José Maria Bonifácio e crianças que vierem para o festival
– Horário: segunda a quinta (14:30 as 16:30)
Responsável: Jaqueline Luana – BH - MG
Oficina 7 – Teatro e recital
Estudo do teatro e recital como forma de mobilizar a comunidade para questões culturais e politicas. Oficina de iniciação teatral. Realização de experiência piloto de encenação; uma peça sobre a cultura do baixo Paraúna e outra montagem de recital com base no conto “A hora e a vez de Augusto Matraga” de João Guimarães Rosa adaptado por Barbara Johnsen.
Até 20 participantes (acima de 12 anos)
– Horário: segunda a sexta (13:00 as 17:00)
Responsáveis: Oficina de iniciação Profa. Mariana Emiliano e Profa. Flor Murta (IFNMG – Campus Diamantina)
Responsáveis pela coordenação dos experimentos teatrais: Barbara Johnsen, Solange Barreto e José Elci.
Oficina 8 – História oral no Capão e processo de auto reconhecimento da identidade quilombola
Utilizando a metodologia da historia oral, vamos produzir 04 depoimentos de antigos moradores do Capão com vistas a subsidiar na elaboração de um dossiê a ser encaminhado a Fundação Palmares para requisitar a certificação de comunidade quilombola.
Até 08 participantes (acima de 14 anos)
Horário: segunda a quinta (13:00 as 17:00)
Responsável: Bruno Mendes (Casa do Elefante)
Oficina 9 - Dia da Sáude
Atividade aberta voltada para realização de diversas ações relativas à promoção da saúde como patrimônio cultural da comunidade do Capão
Aberta para toda a comunidade
Horário: 07:00 às 11:00
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
Responsável: Equipe do Posto de Saúde do Capão / Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Juscelino
PALESTRAS
“Noções básicas sobre a formação das grutas e seus usos ao longo da histórias: o caso das cavernas do Capão, Presidente Juscelino.”
Professora Alessandra Vasconcelos (UFVJM)
Dia: 02/06/2016 as 16:00
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
“Licenciatura em Educação no Campo na UFVJM: possibilidades de inserção de jovens de comunidades rurais quilombolas e tradicionais."
Professor André Reich (Coordenador da LEC - UFVJM)
Dia: 04/06/2016 as 14:00
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
INSTALAÇÕES E EXPOSIÇÕES
“Arte e cultura africana”
A instalação visa promover a arte a cultura africana através do acervo do Instituto Social e Diversidade Cultural (INSOD)
Dias 02, 03 e 04 de junho de 2016
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio e comunidade do Capão
Responsável: INSOD – BH/MG
“Intervenção Poste Poesia com poemas de temática afro”
A intervenção visa promover a poesia e a cultura afro-brasileira em espaços diversos da comunidade
De 30/05/2016 a 04/06/2016
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
Responsável: Ong Trilhas da Serra / Serra Negra - SP
“I Festival Ecologia de Saberes do Paraúna: exposição fotográfica”
Mostra de fotografias feitas no Capão, Presidente Juscelino e Vila Alexandre Mascarenhas durante o I Festival Ecologia de Saberes do Paraúna
De 30/05/2016 a 04/06/2016
Local: Escola Municipal José Maria Bonifácio
Responsável: Ong Caminhos da Serra / Gouveia – MG
PASSEIOS E VISITAS EDUCATIVAS
Caminhada no sertão do Paraúna e visitação monitorada a Gruta do Urubu
A gruta do Urubu e um patrimônio espeleológico de grande destaque da comunidade do Capão, sendo que algumas pessoas acreditam que ela serviu como esconderijo de quilombolas que fugiam do cativeiro em tempos remotos.
Saída da Escola Municipal José Maria Bonifácio
Dia 03/06/2016 - 08:00 da manha
Responsáveis: Prof. José Elci (E. M. José Maria Bonifácio) e Profa. Alessandra Vasconcelos (UFVJM)
I Cavalgada cultural do Capão
As cavalgadas são uma das manifestações culturais mais apreciadas pelos moradores da região central de Minas. Nesta cavalgada, vamos sair da Escola Municipal José Maria Bonifácio e ir Até o local de entrada da Gruta Lapa D' Água, uma dos patrimônios espeleológicos mais bonitos.
Saída da Escola Municipal José Maria Bonifácio
Dia 04/06/2016 - 16:00 da manha
Responsáveis: Lideranças comunitárias do Capão
Caminhada para o Encontro das Águas
A comunidade do Capão, além de possuir sua origem quilombola, preserva também os saberes populares das comunidades ribeirinhas. Situada entre as margens do rio Paraúna e rio das Velhas, preserva diversos pontos de incrível beleza cênica entre eles a barra do Paraúna quando este deságua dentro do Rio das Velhas. Para conhecer este local, vamos fazer uma bela caminhada com os participantes do Festival
Saída da Barraquinha da Igreja (Comunidade do Capão)
04/06/2016 - 09:00 da manha
Responsáveis: Ong Caminhos da Serra e Escola Municipal José Maria Bonifácio
Banhos no rio Paraúna
Um dos prazeres mais apreciados pela população do Capão e nadar é relaxar no rio Paraúna. Gostaríamos que os participantes pudessem compartilhar esta alegria que e estar perto das águas do Paraúna. Por isso, o festival vai reservar uma hora e meia entre os dias 30/05 e 02/06 para que os participantes possa desfrutar deste imenso prazer que banhar e serem felizes nas águas do Paraúna.
De 30/05 a 02/06 – 10:30 as 12:00
FESTIVIDADES E EVENTOS CULTURAIS
Dança circular e fogueira para contação de histórias
As coreografias denominadas de 'danças circulares' rementem a tradições ancestrais de povos de diversas regiões do mundo. No festival, aprenderemos duas coreografias de danças circulares que seguirão o ritmo de músicas africanas. Para tanto, vamos fazer uma fogueira em torno da qual um grupo de Até 20 pessoas será convidado a dançar. Apos o aprendizado, manteremos as fogueiras acesas para contar historias e estimular a confraternização entre os participantes.
Datas das fogueiras: 31/05, 01/06 e 02/06
Horário: 19:30 as 20:30 – Dança circular (Até 20 participantes)
Responsável: Solange Barreto (Ong Trilhas da Serra)
Quadrilha da Associação: primeira festa quilombola do Capão
Um dos principais objetivos do Festival Ecologia de Saberes do Paraúna e sensibilizar a comunidade do Capão para o debate sobre a importância de valorizar seus traços culturais afro-brasileiros e sua herança histórica quilombola. Para alcançar este objetivo é fundamental o envolvimento da Associação Comunitária do Capão como um dos protagonistas deste processo.
Assumindo este papel, a Associação ira organizar a primeira Quadrilha / Festa Quilombola do Capão que contara com a fogueira, quentão, quadrilha e músicos da região.
Data: 03/06/2016
Horário: 20:30 as 23:00
Festa de encerramento do II Festival Ecologia de Saberes do Paraúna
O encerramento do II Festival Ecologia de Saberes contará com diversas apresentações culturais. Daremos destaque para as apresentações teatrais, cortejo de Maracatu que serão criações feitas durante as atividades do Festival. Apos estas apresentações, a festa devera seguir com muita musica e alegria que são uma marca famosa da comunidade do Capão.
Data: 04/06/2016
Horário: 19:30 – Candombe do Mato Tição – Comunidade quilombola do Mato Tição – Jabocatubas/MG
20:30 – Apresentações teatrais e Cortejo de Maracatu
21:30 às 2:00 – Forró e música caipira.
Local: Barraquinha
Missa Sertaneja
Data: 05/06
Horário: 10:30
Seguindo as tradições mineiras sertanejas, o ultimo evento do Festival será uma celebração religiosa denominada “Missa Sertaneja” que será conduzida pelo padre responsável pela Paroquia de São Sebastião do Paraúna. Este evento foi proposto e será organizado pela comunidade do Capão, sendo visto como uma forma de abençoar a iniciativa e todos aqueles que contribuirão para sua execução.
II FESTIVAL ECOLOGIA DE SABERES DO PARAÚNA: descrição
O projeto “Festival Ecologia de Saberes do Paraúna” tem como principal objetivo contribuir para a preservação saberes/fazeres tradicionais dos povos que habitam a bacia do Rio Paraúna, promovendo o encontro e a formação de laços de identidade regional.
Aprovado pelo Conselho Estadual de Direitos Difusos de Minas Gerais, o projeto foi realizado entre abril de 2014 e dezembro de 2015, desenvolvendo vivências de trocas de saberes com as populações ribeirinhas das comunidades do Capão, Vila Alexandre Mascarenhas e cidade de Presidente Juscelino.
Ao longo de seu desenvolvimento, os trabalhos realizados na comunidade do Capão, com especial destaque para as três vivências de trocas de saberes ocorridas no final de outubro de 2014, demonstram que esta comunidade apresenta traços históricos e culturais tradicionais de matriz africana, sendo evidentes as possibilidades desta comunidade ser reconhecida como um grupo tradicional remanescente de quilombo.
Percebendo esta possibilidade como uma forma de gerar desenvolvimento cultural e sócio-econômico no Capão, a ong Caminhos da Serra, com o apoio da Escola Municipal José Maria Bonifácio e diversos membros da comunidade do Capão, elaborou um projeto para o edital “Prêmio das Culturas Afro-brasileiras” (Fundação Palmares/Governo Federal), com o objetivo de levantar recursos para a realização da segunda edição do Festival Ecologia de Saberes do Paraúna que colocará como desafio para seus participantes o debate sobre o processo de auto-atribuição da identidade de quilombola e, logo, da percepção e promoção das origens afro-brasileiras na comunidade do Capão.
Aprovado pela Fundação Palmares em 2015, o II Festival será realizado entre os dias 30 de maio e 05 de junho de 2016 e irá apresentar uma programação cultural bastante intensa envolvendo artes, educação, consciência negra, meio ambiente e cultura tradicional popular em diversas vivências que estarão voltadas para moradores do Capão e para pessoas e instituições que acreditam na importância das políticas de ações afirmativas raciais.
Abaixo apresentamos algumas das atividades e parceiros já confirmados na programação do Festival. Outras atividades poderão ser incorporadas na programação nos próximos dias e estamos com inscrições abertas para participantes não-residentes do Capão, sendo que para alguns deles poderemos oferecer hospedagem e alimentação gratuitas durante o festival.
As inscrições podem ser feitas até dia 24/05/2016 enviando seus dados (Nome, idade e atividades de interesse) para o email: saberesdoparauna@gmail.com. Pedimos aos inscritos que necessitarem do apoio da hospedagem e alimentação que façam uma indicação expressa e na mensagem enviada, justificando os motivos que os levaram a se interessar pelo Festival.
Todas as respostas sobre as inscrições serão enviadas até o dia 25/05/2016 diretamente para os e-mails dos inscritos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Apresentação final e reunião de planejamento continuado
A tarde e a noite do dia 25/10/2014 teve uma programação repleta de atividades, sendo realizadas apresentações, feiras, forró e uma reunião no qual foi definido um grupo de trabalho para pensar como tornar possível o sonho de realizar o II Festival Ecologia de Saberes do Paraúna. Nesta reunião, foi apresentado para a comunidade do Capão e do Espinho o edital Premio de Culturas Afro-brasileiras e ficou acertado que a ong Caminhos da Serra seria responsável por elaborar a inscrição da comunidade do Capão e que a associação Ascoquilocoes iria elaborar uma inscrição específica para a comunidade do Espinho que, além de ter contribuido muito para o Festival realizado no Capão, possui diversas manifestações empoderadas que merecem um reconhecimento particular pelo seu valor político e cultural.
Vejamos agora as fotos finais da reunião e forró que movimentou a noite do dia 25/10/2014. As imagens das apresentações encontram-se nas publicações anteriores.
Mapa da emancipação: resgate da história de luta pela liberdade no Capão
A oficina "Mapa da emancipação" pode ser considerada a motivação inicial para realização das vivências no Capão e, especialmente, para a definição do ideal político de resgate das manifestações tradicionais afro-brasileiras e de reconhecimento da identidade quilombolada da comunidade.
Proposta e organizada por moradores do Capão com apoio de um técnico da área de geotecnologias a oficina teve uma parte realizada em sala dentro da Escola do Capão e uma pesquisa de campo que percorreu com mais de 50 pessoas da comunidade o trajeto considerado como a "rota de emancipação" pela qual pessoas que eram escravizadas na antiga fazendo do Brejo fugiam para se aquilombar na atual região do Capão.
O mapa final desta oficina ainda está em processo de montagem pela equipe do projeto e pelos participantes da oficina, mas em breve está disponível em nosso blog. Veja algumas das fotos da oficina abaixo.
Proposta e organizada por moradores do Capão com apoio de um técnico da área de geotecnologias a oficina teve uma parte realizada em sala dentro da Escola do Capão e uma pesquisa de campo que percorreu com mais de 50 pessoas da comunidade o trajeto considerado como a "rota de emancipação" pela qual pessoas que eram escravizadas na antiga fazendo do Brejo fugiam para se aquilombar na atual região do Capão.
O mapa final desta oficina ainda está em processo de montagem pela equipe do projeto e pelos participantes da oficina, mas em breve está disponível em nosso blog. Veja algumas das fotos da oficina abaixo.
A grande participação da Comunidade Quilombola do Espinho durante o Festival
A participação da Comunidade Quilombola do Espinho foi fundamental para dar vida ao I Festival e para indicar o caminhos do resgate da identidade quilombola como um principal caminho a ser perseguido nas próximas vivências que serão realizadas no Capão.
Convidados para fazer um relato sobre o seu processo de reconhecimento junto a Fundação Palmares, a comunidade do Espinho resolveu participar ativamente do desafio proponto uma extensa programação que previa oficina de Dança Afro, contação de histórias com a griô Dona Ana, teatralização da luta pela liberdade negra de um conto de dona Ana, apresentação de artesanato, comidas típicas e danças típicas da comunidade.
Envolvendo diversos jovens do Capão na sua apresentação final,a comunidade do Espinho encantou a todos com a simpatia, vigor e delicadeza das suas manifestações tradicionais. Veja algumas das fotos da oficina de dança, contação de história e apresentações diversas feitas pela comunidade.
Convidados para fazer um relato sobre o seu processo de reconhecimento junto a Fundação Palmares, a comunidade do Espinho resolveu participar ativamente do desafio proponto uma extensa programação que previa oficina de Dança Afro, contação de histórias com a griô Dona Ana, teatralização da luta pela liberdade negra de um conto de dona Ana, apresentação de artesanato, comidas típicas e danças típicas da comunidade.
Envolvendo diversos jovens do Capão na sua apresentação final,a comunidade do Espinho encantou a todos com a simpatia, vigor e delicadeza das suas manifestações tradicionais. Veja algumas das fotos da oficina de dança, contação de história e apresentações diversas feitas pela comunidade.
A oficina de Folia de Reis desenvolvida pelo grupo de Folia de Reis do Andrequicé
O grupo de Folia de Reis do Andrequicé trouxe onze membros para participar do Festival e apresentar como foi a trajetória de resgate da manifestação da folia de reis em Andrequicé. Esta oficina atraiu muitos participantes, incluindo antigos foliões do Capão e da cidade Presidente Juscelino que buscam formas de retomar as manifestações de folias que foram importantes tradições locais, mas que hoje encontram-se desativadas.
Vale destacar que entre os membros da Folia de Reis de Andrequicé encontram-se três adolecentes que atuam como os reis sapateadores da folia e vieram ao Capão mostrar para os adolescentes de cá como pode ser interessante e divertido participar destas manifestações tradicionais.
Outro ponto de destaque é que no dia 25/10/2014, membros da comunidade do Espinho, antigos foliões de Presidente Juscelino e os foliões de Andrequicé se reunirão para fazer uma breve apresentação de única que conjugou diferentes formas de realizar esta manifestação tradicional em uma experiência única. Obviamente que com a alegria deste encontro, após algumas horas de conversa a atividade virou um grande forró.
Veja algumas fotos desta experiência abaixo:
Vale destacar que entre os membros da Folia de Reis de Andrequicé encontram-se três adolecentes que atuam como os reis sapateadores da folia e vieram ao Capão mostrar para os adolescentes de cá como pode ser interessante e divertido participar destas manifestações tradicionais.
Outro ponto de destaque é que no dia 25/10/2014, membros da comunidade do Espinho, antigos foliões de Presidente Juscelino e os foliões de Andrequicé se reunirão para fazer uma breve apresentação de única que conjugou diferentes formas de realizar esta manifestação tradicional em uma experiência única. Obviamente que com a alegria deste encontro, após algumas horas de conversa a atividade virou um grande forró.
Veja algumas fotos desta experiência abaixo:
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