A participação da Comunidade Quilombola do Espinho foi fundamental para dar vida ao I Festival e para indicar o caminhos do resgate da identidade quilombola como um principal caminho a ser perseguido nas próximas vivências que serão realizadas no Capão.
Convidados para fazer um relato sobre o seu processo de reconhecimento junto a Fundação Palmares, a comunidade do Espinho resolveu participar ativamente do desafio proponto uma extensa programação que previa oficina de Dança Afro, contação de histórias com a griô Dona Ana, teatralização da luta pela liberdade negra de um conto de dona Ana, apresentação de artesanato, comidas típicas e danças típicas da comunidade.
Envolvendo diversos jovens do Capão na sua apresentação final,a comunidade do Espinho encantou a todos com a simpatia, vigor e delicadeza das suas manifestações tradicionais. Veja algumas das fotos da oficina de dança, contação de história e apresentações diversas feitas pela comunidade.


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